Os livros ainda não apareceram. A manhã começou com várias e gloriosas partidas de futebol com os miúdos locais.
O Bispo D. Élio passou por Cuamba e almoçou connosco.
De tarde fomos a Quinta Timbwa com a Marlene, um empreendimento muito engraçado com um lago e onde se podem fazer vários eventos.
A Maria foi a consulta da irmã Aila, especialista em Medicina Natural e foi surreal…
Convidamos as voluntárias Leigas para o Desenvolvimento para jantar no Águia D´Ouro e parecia que estávamos em Aveiro a ver o jogo Benfica-Porto e acabou em beleza para o Porto.
sábado, 7 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Uma noite diferente
Os livros continuam sem chegar e o nosso trabalho resume-se a acompanhar os bibliotecários a continuar a informatizar nas bibliotecas existentes.
De tarde o grupo da Menegon utilizou o data-show para dar formação de pesquisa.
As voluntárias dos Leigos para Desenvolvimento (Diana, Inês e Marlene) convidaram-nos para jantar. A casa é muito gira e fomos muito bem recebidos. Seguimos para o Águia D´ouro e assistimos à noite da Miss Cuamba, o dia terminou em beleza.
De tarde o grupo da Menegon utilizou o data-show para dar formação de pesquisa.
As voluntárias dos Leigos para Desenvolvimento (Diana, Inês e Marlene) convidaram-nos para jantar. A casa é muito gira e fomos muito bem recebidos. Seguimos para o Águia D´ouro e assistimos à noite da Miss Cuamba, o dia terminou em beleza.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Centro Nutricional de Cuamba
Continuamos o trabalho do dia anterior nas respectivas bibliotecas. De tarde, por volta das 16:30h, os dois grupos encontraram-se com o Pe Rogélio no Centro Nutricional de Cuamba, uma obra de apoio a crianças subnutridas e iniciada por uma irmã brasileira que é especialista em Medicina Natural e que agora é continuada pela irmã Aila e outras locais.
Mostraram-nos as instalações e explicaram-nos o seu funcionamento: algumas crianças vão directamente ao centro onde lhes é feito um exame prévio e poderão ficar lá internadas ou serem encaminhadas para o hospital; outras são enviadas pelo hospital depois de serem avaliadas. Neste centro ficam internadas (acompanhadas pelas mamãs) durante o tempo necessário para a criança atingir o peso suficiente para regressarem a suas casas. Neste momento estão internadas quinze crianças e onze mamãs.
As carências são de vária ordem a começar pela falta de: colchões, cobertores e alimentação, mas mesmo assim o centro tem feito autênticos milagres, se não existisse muitas crianças teriam morrido.
O grupo ficou devastado, não há palavras que descrevam esta realidade e ficamos com muita vontade de ajudar e divulgar esta obra.
As 18:00h, fomos a Faculdade de Agricultura assistir a uma Eucaristia celebrada pelo Pe Lionel que se despedia como professor e Capelão ao fim de dois anos com destino a outra missão em Nampula.
A eucaristia foi uma festa de homenagem com cânticos de alegria, discursos de agradecimento, prendas e um lanche final no jardim.
Ficamos deslumbrados pela alegria deste povo que sabe dar valor à vida e à amizade apesar das provações por que passam.
A noite reunimos num café muito agradável e falamos sobre o que poderíamos fazer pela obra do Centro Nutricional e das emoções de um dia tão intenso. Telefonamos para o outro grupo para partilhar a experiência.
Mostraram-nos as instalações e explicaram-nos o seu funcionamento: algumas crianças vão directamente ao centro onde lhes é feito um exame prévio e poderão ficar lá internadas ou serem encaminhadas para o hospital; outras são enviadas pelo hospital depois de serem avaliadas. Neste centro ficam internadas (acompanhadas pelas mamãs) durante o tempo necessário para a criança atingir o peso suficiente para regressarem a suas casas. Neste momento estão internadas quinze crianças e onze mamãs.
As carências são de vária ordem a começar pela falta de: colchões, cobertores e alimentação, mas mesmo assim o centro tem feito autênticos milagres, se não existisse muitas crianças teriam morrido.
O grupo ficou devastado, não há palavras que descrevam esta realidade e ficamos com muita vontade de ajudar e divulgar esta obra.
As 18:00h, fomos a Faculdade de Agricultura assistir a uma Eucaristia celebrada pelo Pe Lionel que se despedia como professor e Capelão ao fim de dois anos com destino a outra missão em Nampula.
A eucaristia foi uma festa de homenagem com cânticos de alegria, discursos de agradecimento, prendas e um lanche final no jardim.
Ficamos deslumbrados pela alegria deste povo que sabe dar valor à vida e à amizade apesar das provações por que passam.
A noite reunimos num café muito agradável e falamos sobre o que poderíamos fazer pela obra do Centro Nutricional e das emoções de um dia tão intenso. Telefonamos para o outro grupo para partilhar a experiência.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique:Trabalhos em duas frentes
O grupo dividiu-se e ficaram dois na biblioteca de S. Miguel e quatro foram para a biblioteca de Menegon iniciar a informatização das bibliotecas existentes.
O dia correu bem, conseguimos atenuar o problema da água, já que nos foi colocado água fresca nos bidões e nos baldes para nos lavarmos e arrefecer os ânimos.
O astral subiu, fizemos um lanche nocturno retemperador, vimos as fotos no data show, e tentamos ver um filme, mas fomos vencidos pelo cansaço.
Amanhã espera-nos nova jornada e rezamos para que os livros finalmente cheguem para entrarmos em velocidade cruzeiro.
O dia correu bem, conseguimos atenuar o problema da água, já que nos foi colocado água fresca nos bidões e nos baldes para nos lavarmos e arrefecer os ânimos.
O astral subiu, fizemos um lanche nocturno retemperador, vimos as fotos no data show, e tentamos ver um filme, mas fomos vencidos pelo cansaço.
Amanhã espera-nos nova jornada e rezamos para que os livros finalmente cheguem para entrarmos em velocidade cruzeiro.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Início dos trabalhos
Todo o grupo foi para Biblioteca S. Miguel da Paróquia para iniciar a formação a quatro bibliotecários. Foi um gozo, seis formadores para quatro alunos, não correu bem porque não estávamos preparados para fazer as adaptações necessárias no momento.
Depois engrenamos e estamos convencidos que, apesar das contrariedades, conseguimos os objectivos iniciais.
A tensão aumentou e a água nos campos diminuiu, imaginem a falta que a água faz…
Jantamos nesse dia e somos sinceros, não fomos capazes de actualizar a nossa página…
Depois engrenamos e estamos convencidos que, apesar das contrariedades, conseguimos os objectivos iniciais.
A tensão aumentou e a água nos campos diminuiu, imaginem a falta que a água faz…
Jantamos nesse dia e somos sinceros, não fomos capazes de actualizar a nossa página…
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: De Lichinga a Cuamba
De manhã bem cedo começamos com uma visita à famosa horta de D. Élio – Bispo de Lichinga. Não se admirem porque o Bispo é um admirador e conhecedor das características e qualidades das plantas.
Depois de fazermos uma visita à cidade conduzidos pelo Francis, Director do ESAM-Ensino Secundário Aberto de Moçambique, seguimos para a Escola da Cerâmica onde estão instalados três voluntários (Rita, Carla e Lurdes) onde irão trabalhar com os educadores das escolinhas da região.
Novamente fizemo-nos à estrada rumo a Massangulo, onde visitamos a irmã Divina que nos recebeu carinhosamente, acompanhada de duas crianças órfãos ( o Rafa e a Luquia ) brindando-nos com um lanche. Mostrou-nos o Santuário Diocesano da Nossa Senhora da Consolada e parte da obra feita pela sua instituição nessa cidade.
A nossa próxima paragem foi na ponte que atravessa o rio Lugenda para esticar as pernas e ver os níveis que o rio atinge na época das chuvas, um local agradável. De novo seguimos pela estrada poeirenta, sempre ladeada de aldeias, pessoas e animais, e chegámos finalmente ao nosso destino - Cuamba.
Já em Cuamba, visitamos as instalações do ESAM, onde iremos ficar provisoriamente esta noite, jantámos e antes de repousar tivemos uma pequena e breve reunião com o Padre Rogério, pároco de Cuamba, a fim de organizar e planear os nossos trabalhos para o dia seguinte. Por hoje é tudo amanhã há mais...
Depois de fazermos uma visita à cidade conduzidos pelo Francis, Director do ESAM-Ensino Secundário Aberto de Moçambique, seguimos para a Escola da Cerâmica onde estão instalados três voluntários (Rita, Carla e Lurdes) onde irão trabalhar com os educadores das escolinhas da região.
Novamente fizemo-nos à estrada rumo a Massangulo, onde visitamos a irmã Divina que nos recebeu carinhosamente, acompanhada de duas crianças órfãos ( o Rafa e a Luquia ) brindando-nos com um lanche. Mostrou-nos o Santuário Diocesano da Nossa Senhora da Consolada e parte da obra feita pela sua instituição nessa cidade.
A nossa próxima paragem foi na ponte que atravessa o rio Lugenda para esticar as pernas e ver os níveis que o rio atinge na época das chuvas, um local agradável. De novo seguimos pela estrada poeirenta, sempre ladeada de aldeias, pessoas e animais, e chegámos finalmente ao nosso destino - Cuamba.
Já em Cuamba, visitamos as instalações do ESAM, onde iremos ficar provisoriamente esta noite, jantámos e antes de repousar tivemos uma pequena e breve reunião com o Padre Rogério, pároco de Cuamba, a fim de organizar e planear os nossos trabalhos para o dia seguinte. Por hoje é tudo amanhã há mais...
domingo, 1 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: A Caminho de Lichinga
Partida
Na tarde de 30 de Julho um grupo de 8 pessoas (Eduardo, Maria, Natália, Paulo, Lurdes, Rita, Carla e Avelino) cheias de confiança e determinação partiram do Porte rumo a Lisboa dando início à longa caminhada rumo a Lichinga. Na mesma tarde partia do Funchal um jovem voluntário (Rogério) que se juntaria ao restante grupo na madrugada no dia seguinte.
Em Lisboa fomos acolhidos pelo Seminário de Nossa Senhora de Fátima que nos transportou do e para o Aeroporto, permitindo-nos assim descansar um pouco para a viagem longa que nos esperava.
No dia 31 de Julho, pelas 5 horas da madrugada, com a bagagem cheia de ansiedade e coragem, o grupo foi confrontado com a primeira grande contrariedade, isto é, a nossa amiga TAP, disse que ainda não estávamos preparados para a acção e então adiou o voo das 6h30m para as 15h30 m.
O grupo reagiu positivamente retemperando forças no chão do Aeroporto e enfrentou a viagem com bravura.
Chegada a Maputo
As 12 de horas de atraso em Lisboa transformaram a nossa viagem num verdadeiro tormento. O cansaço provocado pela chegada por volta das 3 h da madrugada foi amenizado pelo acolhimento e o “mata bicho” oferecido pela comunidade Dehoniana de Maputo.
Após este pequena pausa regressamos ao Aeroporto de Maputo para embarcarmos finalmente para o nosso destino – Lichinga, com um intervalo para esticar as pernas em Nampula.
Finalmente Lichinga!
Será que é verdade? Afinal é mesmo, após dois dias de aventuras sentimos o ar fresco e convidativo para começar a trabalhar...
… à nossa espera estava a Irmã Olívia e o Francis que nos transportaram para um retemperador almoço e um merecido descanso zzzz …
O Grupo jantou com o Bispo de Lichinga, D.Élio, Irmã Olívia e Francis na residência episcopal.
O grupo de informática
Na tarde de 30 de Julho um grupo de 8 pessoas (Eduardo, Maria, Natália, Paulo, Lurdes, Rita, Carla e Avelino) cheias de confiança e determinação partiram do Porte rumo a Lisboa dando início à longa caminhada rumo a Lichinga. Na mesma tarde partia do Funchal um jovem voluntário (Rogério) que se juntaria ao restante grupo na madrugada no dia seguinte.
Em Lisboa fomos acolhidos pelo Seminário de Nossa Senhora de Fátima que nos transportou do e para o Aeroporto, permitindo-nos assim descansar um pouco para a viagem longa que nos esperava.
No dia 31 de Julho, pelas 5 horas da madrugada, com a bagagem cheia de ansiedade e coragem, o grupo foi confrontado com a primeira grande contrariedade, isto é, a nossa amiga TAP, disse que ainda não estávamos preparados para a acção e então adiou o voo das 6h30m para as 15h30 m.
O grupo reagiu positivamente retemperando forças no chão do Aeroporto e enfrentou a viagem com bravura.
Chegada a Maputo
As 12 de horas de atraso em Lisboa transformaram a nossa viagem num verdadeiro tormento. O cansaço provocado pela chegada por volta das 3 h da madrugada foi amenizado pelo acolhimento e o “mata bicho” oferecido pela comunidade Dehoniana de Maputo.
Após este pequena pausa regressamos ao Aeroporto de Maputo para embarcarmos finalmente para o nosso destino – Lichinga, com um intervalo para esticar as pernas em Nampula.
Finalmente Lichinga!
Será que é verdade? Afinal é mesmo, após dois dias de aventuras sentimos o ar fresco e convidativo para começar a trabalhar...
… à nossa espera estava a Irmã Olívia e o Francis que nos transportaram para um retemperador almoço e um merecido descanso zzzz …
O Grupo jantou com o Bispo de Lichinga, D.Élio, Irmã Olívia e Francis na residência episcopal.
O grupo de informática
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