Conclusão dos trabalhos na biblioteca do ESAM e continuação dos trabalhos na biblioteca da Catequese.
Depois do jantar, despedimo-nos do Pe Rogélio que no dia seguinte ia partir muito cedo para Nampula e com destino aos trabalhos da Consolata em Maputo.
Antes de descansar passamos pelo Águia D´Ouro para ver a festa do Halloween, que infelizmente não houve por falta de aderentes.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Um dia especial
Hoje é um dia especial, mas disto falamos mais tarde…
Dividimos o grupo e começamos o trabalho em duas futuras bibliotecas: um grupo foi para o ESAM, informatizar os livros que chegaram de Portugal, conjuntamente com funcionários do ESAM; o outro grupo informatizou os livros religiosos que formarão a futura biblioteca da catequese da Paróquia de S. Miguel. O trabalho vai continuar nos próximos dias.
Assistimos à Adoração organizada pelos Leigos do Desenvolvimento, cerimónia celebrada pelo Pe Rogélio de muita espiritualidade.
Finalmente fomos jantar fora para festejar o aniversário do caçula do grupo – o Rogério, que faz hoje 22 aninhos. Houve direito a bolo africano e tudo!
Dividimos o grupo e começamos o trabalho em duas futuras bibliotecas: um grupo foi para o ESAM, informatizar os livros que chegaram de Portugal, conjuntamente com funcionários do ESAM; o outro grupo informatizou os livros religiosos que formarão a futura biblioteca da catequese da Paróquia de S. Miguel. O trabalho vai continuar nos próximos dias.
Assistimos à Adoração organizada pelos Leigos do Desenvolvimento, cerimónia celebrada pelo Pe Rogélio de muita espiritualidade.
Finalmente fomos jantar fora para festejar o aniversário do caçula do grupo – o Rogério, que faz hoje 22 aninhos. Houve direito a bolo africano e tudo!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Regressamos a Cuamba
Ainda em Mecanhelas...
De manhã houve formação para um grupo de 2 professore e 3 alunos do ESAM, o Eduardo e a Maria foram à comunidade de Entre-os-Lagos com o Tito, num jipe que só pegou de empurrão e não tinha travões, onde foram recebidos pela irmã brasileira Cerélia. Visitaram as instalações e regressaram a Mecanhelas.
Almoçamos e regressamos a Cuamba conduzidos pelo José. O Padre Rogélio ofereceu-se para nos levar à célebre e nossa conhecida Casa Azul onde ficaremos até ao fim da nossa estadia na cidade da poeira.
De manhã houve formação para um grupo de 2 professore e 3 alunos do ESAM, o Eduardo e a Maria foram à comunidade de Entre-os-Lagos com o Tito, num jipe que só pegou de empurrão e não tinha travões, onde foram recebidos pela irmã brasileira Cerélia. Visitaram as instalações e regressaram a Mecanhelas.
Almoçamos e regressamos a Cuamba conduzidos pelo José. O Padre Rogélio ofereceu-se para nos levar à célebre e nossa conhecida Casa Azul onde ficaremos até ao fim da nossa estadia na cidade da poeira.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Estadia em Mecanhelas
Depois do pequeno-almoço na Paróquia de S. Miguel fomos conduzidos pelo motorista do ESAM (Fernando) até ao nosso destino – Mecanhelas.
Chegados, fomos recebidos pelo Tito, um leigo Amarantino que vive há dezanove anos em Moçambique e que é responsável pelas construções da missão local.
O Tito levou-nos ao Centro de Saúde, onde a Natália fez o teste da malária (felizmente deu negativo) e foi medicada para a gripe. Entretanto aproveitamos para visitar as instalações do Centro de Saúde.
Almoçamos e enquanto a Natália ficou a descansar, fizemos o reconhecimento da cidade sempre guiados pelo irmão e conhecemos a Biblioteca local do ESAM e ficamos surpreendidos com a quase inexistência de manuais escolares. Nesta situação, concluímos que período pré-estabelecido para a nossa estadia em Mecanhelas era excessivo.
Quando chegamos aos quartos ficamos atónitos com as condições de higiene que encontramos, desde excrementos de rato no chão e no meio dos lençóis, baratas bem alimentadas e as nossas tão bem conhecidas e queridas osgas e aranhas (já são da família).
O grupo ficou um pouco triste e apesar de saber que estamos em África, temos consciência que a limpeza é essencial e não tem nada a ver com as limitações locais.
Em face do pouco trabalho que nos esperava e das condições existentes falamos com o Bispo D. Élio, assim como com o Padre Adérito e o Francis e foi decidido que no dia seguinte, após o almoço, regressaríamos a Cuamba.
Jantamos e dormimos que nem justos, apesar de bem acompanhados pelos nossos animais de estimação mas mais sossegados, porque deram-nos nova roupa para as camas.
Chegados, fomos recebidos pelo Tito, um leigo Amarantino que vive há dezanove anos em Moçambique e que é responsável pelas construções da missão local.
O Tito levou-nos ao Centro de Saúde, onde a Natália fez o teste da malária (felizmente deu negativo) e foi medicada para a gripe. Entretanto aproveitamos para visitar as instalações do Centro de Saúde.
Almoçamos e enquanto a Natália ficou a descansar, fizemos o reconhecimento da cidade sempre guiados pelo irmão e conhecemos a Biblioteca local do ESAM e ficamos surpreendidos com a quase inexistência de manuais escolares. Nesta situação, concluímos que período pré-estabelecido para a nossa estadia em Mecanhelas era excessivo.
Quando chegamos aos quartos ficamos atónitos com as condições de higiene que encontramos, desde excrementos de rato no chão e no meio dos lençóis, baratas bem alimentadas e as nossas tão bem conhecidas e queridas osgas e aranhas (já são da família).
O grupo ficou um pouco triste e apesar de saber que estamos em África, temos consciência que a limpeza é essencial e não tem nada a ver com as limitações locais.
Em face do pouco trabalho que nos esperava e das condições existentes falamos com o Bispo D. Élio, assim como com o Padre Adérito e o Francis e foi decidido que no dia seguinte, após o almoço, regressaríamos a Cuamba.
Jantamos e dormimos que nem justos, apesar de bem acompanhados pelos nossos animais de estimação mas mais sossegados, porque deram-nos nova roupa para as camas.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: ALVD EM LICHINGA…
A DIOCESE DE LICHINGA (ANTIGA VILA CABRAL) TEM CERCA DE 130.000 KM2 E DOIS MILHÕES DE HABITANTES. ALÉM DE FRONTEIRAS COMO MALAWI E TANZÂNIA TEM O LARGO NIASSA COM 365 KMS DE COMPRIMENTO E 12 KMS DE LARGURA.
O BISPO D. ELIO GRESELIN ESTÁ A VISITAR AS COMUNIDADES CRISTÃS NO SUL DA DIOCESE E SÓ REGRESSA À SUA SEDE NO FIM DO MÊS DE AGOSTO.
ALGUNSVOLUNTÁRIOS ALVD ESTIVERAM UMA SEMANA EM LICHINGA (CIDADE) E FORAM UMA SEMANA PARA O MATO MESSANGULO. OS OUTROS VOLUNTÁRIOS CONTINUAM EM CUAMBA A AGUENTAR O PÓ E O CALOR E A PREPARAR OS LIVROS QUE VIERAM DE PORTUGAL PARA A BIBLIOTECA.
CÁ EU CONTINUO AQUI EM LICHINGA: ENCONTROS COM OS VOCACIONADOS, COM AS RELIGIOSAS, COM OS ANIMADORES, COM OS JOVENS.
NA PRÓXIMA SEMANA PARTIREI PARA CUAMBA AFIM DE ENCONTRAR OS VOLUNTÁRIOS E CONTACTAR A REALIDADE LOCAL PARTOCULARMENTE A UNIVERSIDADE.
AQUI MUITO AO NORTE DE MOÇAMBIQUE FOI BOM SABER QUE OS ALVD EM ANGOLA ESTÃO COM TODA A FORÇA, ASSIM COMO OS DE ALTO MOLOCUÈ EM MOÇAMBIQUE.
UM ABRAÇO AFRICANO
ADÉRITO BARBOSA, SCJ
O BISPO D. ELIO GRESELIN ESTÁ A VISITAR AS COMUNIDADES CRISTÃS NO SUL DA DIOCESE E SÓ REGRESSA À SUA SEDE NO FIM DO MÊS DE AGOSTO.
ALGUNSVOLUNTÁRIOS ALVD ESTIVERAM UMA SEMANA EM LICHINGA (CIDADE) E FORAM UMA SEMANA PARA O MATO MESSANGULO. OS OUTROS VOLUNTÁRIOS CONTINUAM EM CUAMBA A AGUENTAR O PÓ E O CALOR E A PREPARAR OS LIVROS QUE VIERAM DE PORTUGAL PARA A BIBLIOTECA.
CÁ EU CONTINUO AQUI EM LICHINGA: ENCONTROS COM OS VOCACIONADOS, COM AS RELIGIOSAS, COM OS ANIMADORES, COM OS JOVENS.
NA PRÓXIMA SEMANA PARTIREI PARA CUAMBA AFIM DE ENCONTRAR OS VOLUNTÁRIOS E CONTACTAR A REALIDADE LOCAL PARTOCULARMENTE A UNIVERSIDADE.
AQUI MUITO AO NORTE DE MOÇAMBIQUE FOI BOM SABER QUE OS ALVD EM ANGOLA ESTÃO COM TODA A FORÇA, ASSIM COMO OS DE ALTO MOLOCUÈ EM MOÇAMBIQUE.
UM ABRAÇO AFRICANO
ADÉRITO BARBOSA, SCJ
Crónicas de Moçambique: Os livros em Cuamba
O grupo foi todo para o ESAM abrir as caixas dos livros, fizemos a selecção durante a manhã.
De tarde fomos surpreendidos com a tecnologia avançada da equipa local, os funcionários do ESAM puxaram pelos seus computadores (folhas de papel A4), copiaram o cabeçalho do programa e começaram a registar manualmente os livros.
Depois da formação que demos durante a semana para introduzir os registos informaticamente não entendemos que não aproveitassem os recursos disponíveis, há coisas que nos escapam...
Os grupos gravaram as duas bibliotecas que tinham feito na semana anterior dando por terminado o seu trabalho em Cuamba.
Depois do jantar estivemos com as Voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento e oferecemos um portátil para a Biblioteca Menegon para que, pelo menos aqui, o trabalho iniciado não fosse perdido e pudessem continuar a registar o resto dos livros.
Amanhã seguiremos para Mecanhelas.
De tarde fomos surpreendidos com a tecnologia avançada da equipa local, os funcionários do ESAM puxaram pelos seus computadores (folhas de papel A4), copiaram o cabeçalho do programa e começaram a registar manualmente os livros.
Depois da formação que demos durante a semana para introduzir os registos informaticamente não entendemos que não aproveitassem os recursos disponíveis, há coisas que nos escapam...
Os grupos gravaram as duas bibliotecas que tinham feito na semana anterior dando por terminado o seu trabalho em Cuamba.
Depois do jantar estivemos com as Voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento e oferecemos um portátil para a Biblioteca Menegon para que, pelo menos aqui, o trabalho iniciado não fosse perdido e pudessem continuar a registar o resto dos livros.
Amanhã seguiremos para Mecanhelas.
domingo, 8 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Caminhada em Mitucué
Finalmente tivemos notícias dos livros, começaram a viagem de camião em Maputo na Terça-Feira passada e de Nampula para Cuamba vieram de comboio. O José vai buscá-los à estação e leva-los para o ESAM.
Partimos cedo para Mitucué com o Pe Park, (Sul-Coreano) onde celebrou uma eucaristia em macua e fez doze baptizados. O local é muito bonito, era a missão mãe de Cuamba, sobre o ponto de vista religioso era a mais importante na altura porque Cuamba era uma comunidade pequena. Neste momento está abandonada porque depois da revolução foi nacionalizada, tendo sido entregue recentemente à Consolata.
A igreja é uma pequena preciosidade a necessitar urgentemente de obras.
Quanto a cerimónia, as cores, a alegria e a simpatia das pessoas deixaram-nos sem palavras.
Fomos de jipe até à Central Eléctrica onde fizemos um piquenique, seguido de uma caminhada montanha acima durante uma hora até à Barragem de Mitucué. A paisagem é deslumbrante mas foi duro de subir e descer também não foi fácil.
Regressamos a Cuamba e depois do jantar estávamos liquidados.
Amanhã espera-nos um dia de trabalho árduo.
Partimos cedo para Mitucué com o Pe Park, (Sul-Coreano) onde celebrou uma eucaristia em macua e fez doze baptizados. O local é muito bonito, era a missão mãe de Cuamba, sobre o ponto de vista religioso era a mais importante na altura porque Cuamba era uma comunidade pequena. Neste momento está abandonada porque depois da revolução foi nacionalizada, tendo sido entregue recentemente à Consolata.
A igreja é uma pequena preciosidade a necessitar urgentemente de obras.
Quanto a cerimónia, as cores, a alegria e a simpatia das pessoas deixaram-nos sem palavras.
Fomos de jipe até à Central Eléctrica onde fizemos um piquenique, seguido de uma caminhada montanha acima durante uma hora até à Barragem de Mitucué. A paisagem é deslumbrante mas foi duro de subir e descer também não foi fácil.
Regressamos a Cuamba e depois do jantar estávamos liquidados.
Amanhã espera-nos um dia de trabalho árduo.
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