quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
ALVD em Moçambique: “Aprender para ensinar em Lichinga”
Após 1 ano de formação, um grupo de Voluntários do Norte de Portugal, constituído por um casal, Eduardo e Maria e 7 jovens, Paulo, Natália, Rogério, Avelino. Rita, Carla e Lurdes, partiu para Moçambique com destino à cidade de Lichinga, capital do Niassa, em Moçambique.
O projecto destes Voluntários, consubstanciado no lema “Aprender para ensinar em Lichinga" tinha 2 grandes objectivos: um consistia na formação de agentes locais com vista a operacionalizar Bibliotecas do ESAM – Ensino Secundário Aberto de Moçambique, isto é, triagem e informatização dos livros que tínhamos enviado previamente de Portugal; outro passava pela formação teórico prática nas Escolinhas supervisionadas pela Irmã Olivia da Congregação das Religiosas Reparadoras de Nossa Senhora das Dores de Fátima.
Assim, chegados a Lichinga, houve um primeiro impacto de alguma tristeza pois os Voluntários tiveram que se separar. Se as educadoras ficaram sediadas aí porque o seu trabalho desenvolver-se-ia nas escolinhas que ficavam no Bairro da Cerâmica na cidade, o grupo da Biblioteca e Informática partiu para Cuamba, “cidade do pó”, onde se desenvolveu grande parte do seu trabalho.
A intervenção nas Escolinhas correu dentro do previsto pois a Irmã Olivia tinha tudo muito bem planeado e a acção das Voluntárias decorreu de forma fantástica inclusive a semana em que trabalharam em Massangulo (cerca de 100 km de Lichinga) com a Irmã Delvina deixando marcas positivas e inesquecíveis.
No que respeita ao grupo das Bibliotecas e de Informática, as coisas não decorreram conforme o planeado com o Francis, Director do ESAM, pois os livros enviados de Portugal que haviam chegado a Maputo há bastante tempo, só chegaram a Cuamba passado uma semana depois de nós com uma particularidade incrível, partiram de Maputo de camião e chegaram a Cuamba de comboio.
Face a esta contrariedade, arregaçamos as mangas e deitamos mãos à obra, isto é, dedicámos todo o nosso empenho às Bibliotecas existentes na Paróquia de S. Miguel e na Escola do Padre Menegon, formando os Bibliotecários locais e assim 2 bibliotecas mais ficaram organizadas e informatizadas de forma a servirem melhor as comunidades locais.
Chegados os livros ao ESAM, ainda conseguimos separar todos os livros pelas respectivas áreas e registá-los informaticamente para, posteriormente, serem distribuídos pelos vários pólos da Escola. Devido ao atraso na chegada dos livros não tivemos possibilidades de intervir em Mitande e obviamente as intervenções nas cidades de Mecanhelas e de Metangula foram prejudicadas.
Apesar de os computadores não terem chegado às salas de informática prontinhas e bonitinhas para os receber não permitindo que o projecto na área de informática, propriamente dito, pudesse sido efectivado, o balanço é extremamente positivo pois as bibliotecas ficaram mais funcionais assim como as pessoas que interagiram connosco ficaram melhor preparadas para trabalharem e passarem o que aprenderam a outros.
Gostaríamos de acrescentar que a tristeza da separação à chegada foi recompensada com um encontro maravilhoso de todos os Voluntários no Lago Niassa no ”M’Buna Bay Resort”, local fantástico onde por momentos repousámos do nosso trabalho, ficando com o sentimento do dever cumprido mas com a convicção de que há muito trabalho a fazer por futuros grupos de Voluntários e as saudades de Moçambique e dos Moçambicanos já começavam a mexer connosco.
Finalmente Maputo, um passeio pela cidade, uma ida ao Kruger Park na África do Sul, com muita aventura e mais uma formação na Biblioteca do Fomento pelo meio e regresso a Portugal.
Um grande obrigado ao Sr. D. Helio Greselin, Bispo de Lichinga, aos Padres Dehonianos e às irmãs que nos acolheram de maneira muito cordial!
Saudações Dehonianas!
Eduardo Maia - ALVD
O projecto destes Voluntários, consubstanciado no lema “Aprender para ensinar em Lichinga" tinha 2 grandes objectivos: um consistia na formação de agentes locais com vista a operacionalizar Bibliotecas do ESAM – Ensino Secundário Aberto de Moçambique, isto é, triagem e informatização dos livros que tínhamos enviado previamente de Portugal; outro passava pela formação teórico prática nas Escolinhas supervisionadas pela Irmã Olivia da Congregação das Religiosas Reparadoras de Nossa Senhora das Dores de Fátima.
Assim, chegados a Lichinga, houve um primeiro impacto de alguma tristeza pois os Voluntários tiveram que se separar. Se as educadoras ficaram sediadas aí porque o seu trabalho desenvolver-se-ia nas escolinhas que ficavam no Bairro da Cerâmica na cidade, o grupo da Biblioteca e Informática partiu para Cuamba, “cidade do pó”, onde se desenvolveu grande parte do seu trabalho.
A intervenção nas Escolinhas correu dentro do previsto pois a Irmã Olivia tinha tudo muito bem planeado e a acção das Voluntárias decorreu de forma fantástica inclusive a semana em que trabalharam em Massangulo (cerca de 100 km de Lichinga) com a Irmã Delvina deixando marcas positivas e inesquecíveis.
No que respeita ao grupo das Bibliotecas e de Informática, as coisas não decorreram conforme o planeado com o Francis, Director do ESAM, pois os livros enviados de Portugal que haviam chegado a Maputo há bastante tempo, só chegaram a Cuamba passado uma semana depois de nós com uma particularidade incrível, partiram de Maputo de camião e chegaram a Cuamba de comboio.
Face a esta contrariedade, arregaçamos as mangas e deitamos mãos à obra, isto é, dedicámos todo o nosso empenho às Bibliotecas existentes na Paróquia de S. Miguel e na Escola do Padre Menegon, formando os Bibliotecários locais e assim 2 bibliotecas mais ficaram organizadas e informatizadas de forma a servirem melhor as comunidades locais.
Chegados os livros ao ESAM, ainda conseguimos separar todos os livros pelas respectivas áreas e registá-los informaticamente para, posteriormente, serem distribuídos pelos vários pólos da Escola. Devido ao atraso na chegada dos livros não tivemos possibilidades de intervir em Mitande e obviamente as intervenções nas cidades de Mecanhelas e de Metangula foram prejudicadas.
Apesar de os computadores não terem chegado às salas de informática prontinhas e bonitinhas para os receber não permitindo que o projecto na área de informática, propriamente dito, pudesse sido efectivado, o balanço é extremamente positivo pois as bibliotecas ficaram mais funcionais assim como as pessoas que interagiram connosco ficaram melhor preparadas para trabalharem e passarem o que aprenderam a outros.
Gostaríamos de acrescentar que a tristeza da separação à chegada foi recompensada com um encontro maravilhoso de todos os Voluntários no Lago Niassa no ”M’Buna Bay Resort”, local fantástico onde por momentos repousámos do nosso trabalho, ficando com o sentimento do dever cumprido mas com a convicção de que há muito trabalho a fazer por futuros grupos de Voluntários e as saudades de Moçambique e dos Moçambicanos já começavam a mexer connosco.
Finalmente Maputo, um passeio pela cidade, uma ida ao Kruger Park na África do Sul, com muita aventura e mais uma formação na Biblioteca do Fomento pelo meio e regresso a Portugal.
Um grande obrigado ao Sr. D. Helio Greselin, Bispo de Lichinga, aos Padres Dehonianos e às irmãs que nos acolheram de maneira muito cordial!
Saudações Dehonianas!
Eduardo Maia - ALVD
sábado, 25 de setembro de 2010
Mais um voluntário leigo Dehoniano português em Moçambique
O Sr. João Antunes, pai de filhos e avó de netos, mais uma vez (tinha estado durante um ano no Centro Polivalente Leão Dehon no Gurúè) partiu para Moçambique para dar uma colaboração no Centro Juvenil da Missão do Alto Molocuè em Moçambique.
Irá colaborar com a outra voluntária já no terreno: Maria Arbona. As suas intervenções incidirão nas áreas de informática, contabilidade, biblioteca e evangelização.
Antes de partir no dia 25 de Setembro, tomou um cafezinho às 8.00 horas da manhã no aeroporto da Portela como confirma a fotografia.
O Presidente da ALVD Adérito Barbosa
Irá colaborar com a outra voluntária já no terreno: Maria Arbona. As suas intervenções incidirão nas áreas de informática, contabilidade, biblioteca e evangelização.
O Presidente da ALVD Adérito Barbosa
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Queridos amigos, grupo ALVD da Diocese de Lichinga
“ A doação total aos outros exprime um elevado grau de delicadeza do coração” (P. Formigão)
Quero parafrasear esta frase do meu fundador para exprimir tudo o que eu senti em relação a vós nas vossas intervenções aqui enquanto voluntários em diversas frentes de trabalho.
A vossa alegria, disponibilidade, doação, esforço de adaptação, “às realidades de espaços físicos e psicológicos” o coordenação ao grupo e outras tantas coisas, em tudo isto, vós manifestastes a delicadeza de coração que o mundo hodierno já esqueceu tudo, porem, mostrastes em tudo total doação aos outros.
Da minha parte como porta-voz da comunidade depois da nossa avaliação comunitária chegamos à conclusão que foi uma experiência óptima, maravilhosa e queremos continuar nesta partilha da gratuidade abrindo-nos à novidade do voluntariado.
E continuando com o pensamento do nosso fundador “ porque a essência própria do AMOR é a dedicação, a vontade firme de se dar” (P. Formigão)
Com simpatia e amizade para todos vós vai a minha estima e a todos vos abraço fraternalmente com um agradecimento por tudo aquilo que sois para os mais carenciados e para o anúncio da boa nova, bem-haja.
Pela comunidade:
Ir. Olívia de Oliveira RF
Quero parafrasear esta frase do meu fundador para exprimir tudo o que eu senti em relação a vós nas vossas intervenções aqui enquanto voluntários em diversas frentes de trabalho.
A vossa alegria, disponibilidade, doação, esforço de adaptação, “às realidades de espaços físicos e psicológicos” o coordenação ao grupo e outras tantas coisas, em tudo isto, vós manifestastes a delicadeza de coração que o mundo hodierno já esqueceu tudo, porem, mostrastes em tudo total doação aos outros.
Da minha parte como porta-voz da comunidade depois da nossa avaliação comunitária chegamos à conclusão que foi uma experiência óptima, maravilhosa e queremos continuar nesta partilha da gratuidade abrindo-nos à novidade do voluntariado.
E continuando com o pensamento do nosso fundador “ porque a essência própria do AMOR é a dedicação, a vontade firme de se dar” (P. Formigão)
Com simpatia e amizade para todos vós vai a minha estima e a todos vos abraço fraternalmente com um agradecimento por tudo aquilo que sois para os mais carenciados e para o anúncio da boa nova, bem-haja.
Pela comunidade:
Ir. Olívia de Oliveira RF
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Crónica de Moçambique: ALVD no Cóbuè
Depois de seis voluntários terem regressado de Cuamba a Lichinga, houve uma nova redistribuição para esta última semana de Agosto. Eduardo, Maria, Paulo e Avelino foram para Metangula, junto ao lago Niassa para darem formação, organizarem a biblioteca e fizerem prospecção das necessidades. As educadoras Rita, Carla e Lurdes, depois de terem regressado de Massangulo continuam a sua intervenção em Lichinga. Já a Natália e o Rogério tentarão aqui em Lichinga criar um site e um blog para a Diocese. Dado que nunca tinham ido ao lago, o Rogério e a Natália acompanharam o P. Adérito e a Ir. Olívia que tiveram de ir a Cóbuè verificar as condições para uma possível acção de leigos dehonianos nos próximos anos.
Então, partimos os quatro às 6 horas da manhã do dia 19 de Agosto, dia de S. João Eudes (promotor da devoção ao Coração de Jesus e Coração de Maria). A primeira parte da viagem foi até Metangula, (lago), onde chegamos perto das 8 horas da manhã. A estrada era boa, embora muito estreita.
A partir daqui foram mais de 3 horas em picadas, por uma reserva natural, onde não faltaram os macacos e as gazelas a cruzarem-se connosco na estrada. As cangas também abundam. A irmã Olívia teve que meter a reduzida e a tracção às quatro rodas no jeep para conseguirmos bamboar na estrada (como se estivéssemos numa pequena canoa no lago), mas chegarmos ao destino. Se antes disse que a estrada era boa, aqui tenho que dizer que a estrada era menos boa. Usando a linguagem moçambicana que aprendemos, é mesmo impossível aqui fintar a estrada.
Mesmo assim, antes de chegarmos a Cóbuè, carregamos o jeep com mamãs e filhos pequenos que tinham vindo para a machamba a mais de 20 kms trabalhar. Lá chegamos a Cóbuè (que significa origem dos nihanjas em Moçambique).
Antes de mais fomos visitar o antigo seminário da Consolata onde pode alojar os voluntários dehonianos. Aqui está instalado um pequeno hospital, dirigido por inglesas e americanas anglicanas.
A igreja era lindíssima e foi destruída pela guerra. Seria um orgulho nosso de ALVD se conseguíssemos recuperar esta igreja para a diocese.
O lago está ali a 10 metros com água morna, mais quente do que a água quente do Algarve em Agosto. Em frente vê-se a ilha de Cóbuè no lago, oferecida pelo régulo há bastante tempo, ao Malawi. Aqui tem praias e boas infraestruturas. Pode visitar-se de barco.
O pároco Leonardo de Cóbuè é o mesmo de Metangula e é natural do Burundi, residindo em Metangula.
Só em Cóbuè tem 60 aldeias que tem de visitar sempre de barco, já que não consegue por terra. Gasta 140 litros de gasolina no barco cada vez que tem de fazer a visita às aldeias.
Aqui não são macuas (a maior parte católicos), nem jauas (a maior parte muçulmanos), mas inhanjas (a maior parte anglicanos). No entanto, existem católicos que é necessário acompanhar.
Então, o P. Leonardo é de opinião (se fosse para usar a linguagem de Mitande deveria dizer-se pressente) que um grupo de voluntários, acompanhados por padres, poderiam fazer acções de formação em Cóbuè sobre a família cristã, as pequenas comunidades cristãs como apresenta o sínodo africano, o papel do jovem na comunidade e o papel do animador da comunidade, sem esquecer as funções das mamãs na comunidade. Poderiam também visitar as aldeias e celebrar se aí mesmo.
Pode visitar-se A ilha de Cóbuè (15 minutos de barco, 3 horas de canoa), mas não tem nada a ver com a missão, já que faz parte do Malawi.
Assim, depois de provarmos com os pés, a água do lago em Cóbuè, e tomarmos qualquer coisa debaixo de uma árvore para retemperarmos as forças, começamos o regresso. Mais duas horas e meia de picadas e abanões e saltos no carro até chegarmos a Metangula, onde encontramos os quatro ALVD que se acabavam de instalar em Metangula para a sua última intervenção no Niassa (palavra que significa muita água).
Conversamos com o pároco, com o grupo, tiramos umas fotografias ao sol que tentava mergulhar na água do lago e voltamos à estrada (sim, estamos autorizados a chamar estrada) para Lichinga e retomamos o nosso caminho ladeados por imponentes e seculares embondeiros que prestavam homenagem à nossa passagem.
Ainda vimos algumas queimadas (não fogos criminosos, mas de limpeza intencional para apanhar caça e crescer pequena vegetação para os animais) junto à estrada. Assim depois de 13 horas de viagem, chegamos a casa onde encontramos as irmãs (Prazeres e Ir. Maria José) e as nossas três simpáticas voluntárias (Rita, Carla e Lurdes).
Adérito Gomes Barbosa, coordenador do projecto ALVD
Lichinga, 19 de Agosto de 2010
Então, partimos os quatro às 6 horas da manhã do dia 19 de Agosto, dia de S. João Eudes (promotor da devoção ao Coração de Jesus e Coração de Maria). A primeira parte da viagem foi até Metangula, (lago), onde chegamos perto das 8 horas da manhã. A estrada era boa, embora muito estreita.
A partir daqui foram mais de 3 horas em picadas, por uma reserva natural, onde não faltaram os macacos e as gazelas a cruzarem-se connosco na estrada. As cangas também abundam. A irmã Olívia teve que meter a reduzida e a tracção às quatro rodas no jeep para conseguirmos bamboar na estrada (como se estivéssemos numa pequena canoa no lago), mas chegarmos ao destino. Se antes disse que a estrada era boa, aqui tenho que dizer que a estrada era menos boa. Usando a linguagem moçambicana que aprendemos, é mesmo impossível aqui fintar a estrada.
Mesmo assim, antes de chegarmos a Cóbuè, carregamos o jeep com mamãs e filhos pequenos que tinham vindo para a machamba a mais de 20 kms trabalhar. Lá chegamos a Cóbuè (que significa origem dos nihanjas em Moçambique).
Antes de mais fomos visitar o antigo seminário da Consolata onde pode alojar os voluntários dehonianos. Aqui está instalado um pequeno hospital, dirigido por inglesas e americanas anglicanas.
A igreja era lindíssima e foi destruída pela guerra. Seria um orgulho nosso de ALVD se conseguíssemos recuperar esta igreja para a diocese.
O lago está ali a 10 metros com água morna, mais quente do que a água quente do Algarve em Agosto. Em frente vê-se a ilha de Cóbuè no lago, oferecida pelo régulo há bastante tempo, ao Malawi. Aqui tem praias e boas infraestruturas. Pode visitar-se de barco.
O pároco Leonardo de Cóbuè é o mesmo de Metangula e é natural do Burundi, residindo em Metangula.
Só em Cóbuè tem 60 aldeias que tem de visitar sempre de barco, já que não consegue por terra. Gasta 140 litros de gasolina no barco cada vez que tem de fazer a visita às aldeias.
Aqui não são macuas (a maior parte católicos), nem jauas (a maior parte muçulmanos), mas inhanjas (a maior parte anglicanos). No entanto, existem católicos que é necessário acompanhar.
Então, o P. Leonardo é de opinião (se fosse para usar a linguagem de Mitande deveria dizer-se pressente) que um grupo de voluntários, acompanhados por padres, poderiam fazer acções de formação em Cóbuè sobre a família cristã, as pequenas comunidades cristãs como apresenta o sínodo africano, o papel do jovem na comunidade e o papel do animador da comunidade, sem esquecer as funções das mamãs na comunidade. Poderiam também visitar as aldeias e celebrar se aí mesmo.
Pode visitar-se A ilha de Cóbuè (15 minutos de barco, 3 horas de canoa), mas não tem nada a ver com a missão, já que faz parte do Malawi.
Assim, depois de provarmos com os pés, a água do lago em Cóbuè, e tomarmos qualquer coisa debaixo de uma árvore para retemperarmos as forças, começamos o regresso. Mais duas horas e meia de picadas e abanões e saltos no carro até chegarmos a Metangula, onde encontramos os quatro ALVD que se acabavam de instalar em Metangula para a sua última intervenção no Niassa (palavra que significa muita água).
Conversamos com o pároco, com o grupo, tiramos umas fotografias ao sol que tentava mergulhar na água do lago e voltamos à estrada (sim, estamos autorizados a chamar estrada) para Lichinga e retomamos o nosso caminho ladeados por imponentes e seculares embondeiros que prestavam homenagem à nossa passagem.
Ainda vimos algumas queimadas (não fogos criminosos, mas de limpeza intencional para apanhar caça e crescer pequena vegetação para os animais) junto à estrada. Assim depois de 13 horas de viagem, chegamos a casa onde encontramos as irmãs (Prazeres e Ir. Maria José) e as nossas três simpáticas voluntárias (Rita, Carla e Lurdes).
Adérito Gomes Barbosa, coordenador do projecto ALVD
Lichinga, 19 de Agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Metarica
A cama havia de ter rodas!
Levantamo-nos muito cedo (04:45h) para acompanhar o Pe Park a Metarica onde celebrou uma Eucaristia numa igreja nova e bonita construída pelas Irmãs da Congregação Santa Maria Madalena. As irmãs não estavam porque tinham ido para Nampula fazer um retiro. Ainda tentamos visitar a biblioteca local a pedido de vários estudantes mas não foi possível por estar fechada.
Viemos almoçar a Cuamba e de tarde fomos descansar, não havia outra hipótese.
Levantamo-nos muito cedo (04:45h) para acompanhar o Pe Park a Metarica onde celebrou uma Eucaristia numa igreja nova e bonita construída pelas Irmãs da Congregação Santa Maria Madalena. As irmãs não estavam porque tinham ido para Nampula fazer um retiro. Ainda tentamos visitar a biblioteca local a pedido de vários estudantes mas não foi possível por estar fechada.
Viemos almoçar a Cuamba e de tarde fomos descansar, não havia outra hipótese.
sábado, 14 de agosto de 2010
Crónicas de Moçambique: Biblioteca da Catequese
Conclusão dos trabalhos na biblioteca da Catequese com a etiquetagem e arrumação dos cerca de 700 livros religiosos na estante. (a senhora da limpeza faltou ao serviço).
Parte do grupo acompanhou os Leigos do Desenvolvimento na visita às escolinhas, uma em Etatara e outra em S. Domingos Muheia.
No fim da tarde fomos à missa também organizada pelos Leigos e celebrada pelo Pe Guido.
Vamos cedo para a cama que Domingo promete…
Parte do grupo acompanhou os Leigos do Desenvolvimento na visita às escolinhas, uma em Etatara e outra em S. Domingos Muheia.
No fim da tarde fomos à missa também organizada pelos Leigos e celebrada pelo Pe Guido.
Vamos cedo para a cama que Domingo promete…
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