Olá amigos
hoje tivemos o crisma em Viana Nossa senhora do Rosário. Veio o bispo D. Joaquim Ferreira Lopes. Foi uma simpatia. Foram concelebrantes o padre Amândio - Domingos -Max e João Paulo. O bispo levou uma casula feita pela Fátima e os Padres estolas também feitas pela Fátima. Foi uma semana de muito trabalho. Os seminaristas é que tiveram de esperar coitados. Necessitam que a Fátima cosa as calças ou estão algumas rotas ou precisam de alguma arranjos. À noite, tivemos pizza feita com grandes peripécias, pois não havia luz. O gerador aquecia e desligava e o forno de gás, por vezes, apagava ,mas mesmo assim o padre Vicente. iItaliano, ainda repetiu. Um abraço para todos
Fátima e Domingos
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
AVALIAÇÃO GRUPO ALVD EM METANGULA
1. Os seis voluntários que estiveram em Metangula (Niassa- Moçambique) com o seu pároco de Carnaxide, P. Luciana Vieira, estiveram com o presidente da ALVD a 30 de Setembro de 2012, reunidos no Seminário Nossa Senhora de Fátima em Alfragide para fazerem a avaliação da sua intervenção.
As áreas da fé, da informática e da saúde marcaram esta intervenção destes jovens em Metangula.
Além dos ecos de Moçambique e dos próprios a sua experiência marcou-os e ajudaram a população local a desenvolverem mais a cultura humana, científica e cristã.
2. Continuamos a recolher os nomes das pessoas candidatas à formação do voluntariado.
No Funchal, haverá um encontro a 6 de Outubro para avaliação e lançamento de atividades.
No Porto, haverá um encontro no Centro Dehoniano a 6 de Outubro às 16.30h para início de atividades de formação. À noite haverá um jantar de trabalho para os voluntários velhos em ordem a organizar atividades para custearmos o envio do contentor.
Em Lisboa, continuamos a recolher nomes para marcar o início de atividades.
3. Continuamos a recolher os livros pedidos para o contentor, assim como pedir algum dinheiro para que um dia o mealheiro chegue ao preço para que o contentor parta.
Para mais informações, pode dirigir-se a qualquer voluntário ALVD ou
P. Adérito Gomes Barbosa
T. 960467387 ou 961809835 ou 918766363
As áreas da fé, da informática e da saúde marcaram esta intervenção destes jovens em Metangula.
Além dos ecos de Moçambique e dos próprios a sua experiência marcou-os e ajudaram a população local a desenvolverem mais a cultura humana, científica e cristã.
2. Continuamos a recolher os nomes das pessoas candidatas à formação do voluntariado.
No Funchal, haverá um encontro a 6 de Outubro para avaliação e lançamento de atividades.
No Porto, haverá um encontro no Centro Dehoniano a 6 de Outubro às 16.30h para início de atividades de formação. À noite haverá um jantar de trabalho para os voluntários velhos em ordem a organizar atividades para custearmos o envio do contentor.
Em Lisboa, continuamos a recolher nomes para marcar o início de atividades.
3. Continuamos a recolher os livros pedidos para o contentor, assim como pedir algum dinheiro para que um dia o mealheiro chegue ao preço para que o contentor parta.
Para mais informações, pode dirigir-se a qualquer voluntário ALVD ou
P. Adérito Gomes Barbosa
T. 960467387 ou 961809835 ou 918766363
SESSÃO DE ESCLARECIMENTO SOBRE O VOLUNTARIADO no PORTO
Encontro para candidatos a voluntários dehonianos leigos no Centro Dehoniano do Porto, na Av. da Boavista nº 2423, dia 6 de Outubro das 16.30h às 18.30h
Contacto: Pe. Adérito Barbosa tm. 96 1809835
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Férias em modo de Voluntariado
Este ano tive umas férias diferentes. Podia ter ido apanhar sol para um resort numa qualquer ilha paradisíaca ou passear numa qualquer cidade cosmopolita para ver museus e fazer compras, mas não.
Optei por integrar uma Missão de Voluntariado através da ALVD – Associação de Leigos Voluntários Dehonianos, durante o mês de Agosto em Moçambique, no Centro Juvenil Padre Dehon do Alto Molócuè, na província da Zambézia.
Para lá chegar, desde Outubro do ano passado frequentei uma formação de preparação para esta Missão, juntamente com mais 6 pessoas (Nélia, Marlin, Isabel, Marta, Gonçalo e Pe. Juan). Esta formação foi orientada por voluntários que já tiveram experiência em missão e como tal transmitiram o seu conhecimento de causa, por vezes difícil de entender por quem lá nunca esteve. Este conhecimento foi completamente desmistificado após conhecimento da realidade local, porque o que se planeia nem sempre corre como queremos e como imaginamos. É necessário aprender a ultrapassar esta grande barreira e aceitar a realidade tal como ela é, e saber dar a volta a determinadas situações, para as quais nem sempre estamos preparados. Este ponto fez parte da adaptação à missão que depois de ultrapassado, faz com que tudo corra bem! Serviu também para criar laços e sentido de interajuda entre todos, que foi plenamente aplicado durante a missão (e continuará a ser).
Tive o privilégio de conhecer algumas pessoas pelas quais tenho uma grande admiração entre os quais: Pe. Onorio Matti e Pe. Ilario Verri, ambos pela sua persistência, paciência e dedicação aos outros e o Pe. Elia Ciscato, pelo seu vasto estudo e conhecimento da cultura local que transmitiu durante a visita a uma comunidade local. A sensação que tive foi a de estar a ver um documentário sobre a vida natural em África mas in loco.
O trabalho propriamente dito da Missão decorreu no Centro Juvenil Pe. Dehon, sendo dividido em várias vertentes (escolinha, informática, biblioteca, aulas de inglês, de musica e de dança). Estive muito próxima de jovens adolescentes que frequentam a biblioteca após as aulas, para terem acesso aos manuais escolares onde copiam a matéria dada pelos professores, devido a não terem possibilidades de os adquirirem. Muitos deles aproveitavam para esclarecer dúvidas e ajuda nos trabalhos de casa. É notório que existe uma grande dificuldade no raciocino lógico e assimilação de conceitos. Esta situação deve-se principalmente à má alimentação e por vezes também uma má preparação dos professores. Existe um longo caminho a percorrer para que esta situação seja ultrapassada, fazendo com que se ultrapasse a barreira de pensar apenas para o dia, passando a se criar estruturas de preparação para o futuro.
A oportunidade de conhecer diferentes pessoas, realidades, mentalidades foi extremamente gratificante, assim como poder observar e guardar na memória as vastas e extasiantes paisagens.
Tudo isto faz com que fique sempre a sensação que o trabalho da missão está inacabado, ficando sempre a vontade de querer voltar. Dizem que não se deve voltar ao sítio onde fomos felizes, mas neste caso é inevitável. Qualquer pessoa que pise solo africano, de certeza que nunca mais será capaz de ver o mundo da mesma prespectiva e acredito que todos podemos ser felizes, mesmo aproveitando o que de menos bom está a nossa volta, transformando (transfigurando) em oportunidades para a mudança. É isto que recebi!
Cláudia Sá
17/09/2012
Optei por integrar uma Missão de Voluntariado através da ALVD – Associação de Leigos Voluntários Dehonianos, durante o mês de Agosto em Moçambique, no Centro Juvenil Padre Dehon do Alto Molócuè, na província da Zambézia.
Para lá chegar, desde Outubro do ano passado frequentei uma formação de preparação para esta Missão, juntamente com mais 6 pessoas (Nélia, Marlin, Isabel, Marta, Gonçalo e Pe. Juan). Esta formação foi orientada por voluntários que já tiveram experiência em missão e como tal transmitiram o seu conhecimento de causa, por vezes difícil de entender por quem lá nunca esteve. Este conhecimento foi completamente desmistificado após conhecimento da realidade local, porque o que se planeia nem sempre corre como queremos e como imaginamos. É necessário aprender a ultrapassar esta grande barreira e aceitar a realidade tal como ela é, e saber dar a volta a determinadas situações, para as quais nem sempre estamos preparados. Este ponto fez parte da adaptação à missão que depois de ultrapassado, faz com que tudo corra bem! Serviu também para criar laços e sentido de interajuda entre todos, que foi plenamente aplicado durante a missão (e continuará a ser).
Tive o privilégio de conhecer algumas pessoas pelas quais tenho uma grande admiração entre os quais: Pe. Onorio Matti e Pe. Ilario Verri, ambos pela sua persistência, paciência e dedicação aos outros e o Pe. Elia Ciscato, pelo seu vasto estudo e conhecimento da cultura local que transmitiu durante a visita a uma comunidade local. A sensação que tive foi a de estar a ver um documentário sobre a vida natural em África mas in loco.
O trabalho propriamente dito da Missão decorreu no Centro Juvenil Pe. Dehon, sendo dividido em várias vertentes (escolinha, informática, biblioteca, aulas de inglês, de musica e de dança). Estive muito próxima de jovens adolescentes que frequentam a biblioteca após as aulas, para terem acesso aos manuais escolares onde copiam a matéria dada pelos professores, devido a não terem possibilidades de os adquirirem. Muitos deles aproveitavam para esclarecer dúvidas e ajuda nos trabalhos de casa. É notório que existe uma grande dificuldade no raciocino lógico e assimilação de conceitos. Esta situação deve-se principalmente à má alimentação e por vezes também uma má preparação dos professores. Existe um longo caminho a percorrer para que esta situação seja ultrapassada, fazendo com que se ultrapasse a barreira de pensar apenas para o dia, passando a se criar estruturas de preparação para o futuro.
A oportunidade de conhecer diferentes pessoas, realidades, mentalidades foi extremamente gratificante, assim como poder observar e guardar na memória as vastas e extasiantes paisagens.
Tudo isto faz com que fique sempre a sensação que o trabalho da missão está inacabado, ficando sempre a vontade de querer voltar. Dizem que não se deve voltar ao sítio onde fomos felizes, mas neste caso é inevitável. Qualquer pessoa que pise solo africano, de certeza que nunca mais será capaz de ver o mundo da mesma prespectiva e acredito que todos podemos ser felizes, mesmo aproveitando o que de menos bom está a nossa volta, transformando (transfigurando) em oportunidades para a mudança. É isto que recebi!
Cláudia Sá
17/09/2012
CAMPANHA LIVROS NIASSA – Prof. Sónia Galinha
A professora, psicóloga e investigadora Sónia Galinha, professora na Escola Superior Educação do Instituto Politécnico de Santarém, enviou-nos estas palavras de incentivo à nossa Campanha de Livros para o Niassa:
“Parabéns, antes de mais por mais esta iniciativa da ALVD. Com base nestes anexos, nomeadamente o cartaz da campanha, vou publicitar, aqui na ESES e nas restantes escolas do Instituto Politécnico de Santarém, esta iniciativa.
Um abraço e até breve, "
Sónia Galinha
“Parabéns, antes de mais por mais esta iniciativa da ALVD. Com base nestes anexos, nomeadamente o cartaz da campanha, vou publicitar, aqui na ESES e nas restantes escolas do Instituto Politécnico de Santarém, esta iniciativa.
Um abraço e até breve, "
Sónia Galinha
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
ALVD EM METANGULA
Olá a todos!
Apresentamos aqui uma breve imagem do que foi a nossa experiência missionária em Metangula, vila remota nas margens do Niassa, na Diocese de Lichinga, onde é Bispo, D. Élio Greselin, SCJ.
Partimos de Lisboa, dia 26 de Julho, mas a chegada desejada a Metangula aconteceu já na noite de 31 de Julho. Entretanto foram tempos de visita breve em Maputo, Seminário de Matola, às várias Escolinhas – Jardins de infância – e a Universidade Católica em Lichinga, participando sempre que possível nas celebrações das comunidades locais.
Já em Metangula, o primeiro dia foi de organização no terreno das nossas tarefas e alguns contactos com os responsáveis locais. De imediato, se começaram os trabalhos: aulas de informática, no ESAM – escola secundária católica – e na Paróquia, Formação para a Pessoa Cristã, também na Paróquia, que nos ocupava o tempo da semana. O fim-de-semana seria marcado pela participação nas celebrações de uma comunidade e encontro com Animadores, Catequistas e Mamãs.
Houve ainda tempo, para breve visita a Cóbuè, missão que dista 120 árduos quilómetros de Metangula.
Prestes a terminar esta experiência missionária, guardamos já com saudade os tempos de trabalho, de encontro, de partilha e de convívio com uma comunidade cristã pequena no tamanho, mas de grande Espírito.
A toda esta comunidade que nos acolheu e se despediu com tamanha festa, vai o nosso agradecimento e a firme vontade de continuar a bela ligação que estabelecemos juntos.
Não esquecemos aqueles que tornaram este desafio possível, a ALVD, a comunidade de Carnaxide e a Diocese de Lichinga: o nosso muito Obrigado!
Pelo grupo Jorge Magalhães
Apresentamos aqui uma breve imagem do que foi a nossa experiência missionária em Metangula, vila remota nas margens do Niassa, na Diocese de Lichinga, onde é Bispo, D. Élio Greselin, SCJ.
Partimos de Lisboa, dia 26 de Julho, mas a chegada desejada a Metangula aconteceu já na noite de 31 de Julho. Entretanto foram tempos de visita breve em Maputo, Seminário de Matola, às várias Escolinhas – Jardins de infância – e a Universidade Católica em Lichinga, participando sempre que possível nas celebrações das comunidades locais.
Já em Metangula, o primeiro dia foi de organização no terreno das nossas tarefas e alguns contactos com os responsáveis locais. De imediato, se começaram os trabalhos: aulas de informática, no ESAM – escola secundária católica – e na Paróquia, Formação para a Pessoa Cristã, também na Paróquia, que nos ocupava o tempo da semana. O fim-de-semana seria marcado pela participação nas celebrações de uma comunidade e encontro com Animadores, Catequistas e Mamãs.
Houve ainda tempo, para breve visita a Cóbuè, missão que dista 120 árduos quilómetros de Metangula.
Prestes a terminar esta experiência missionária, guardamos já com saudade os tempos de trabalho, de encontro, de partilha e de convívio com uma comunidade cristã pequena no tamanho, mas de grande Espírito.
A toda esta comunidade que nos acolheu e se despediu com tamanha festa, vai o nosso agradecimento e a firme vontade de continuar a bela ligação que estabelecemos juntos.
Não esquecemos aqueles que tornaram este desafio possível, a ALVD, a comunidade de Carnaxide e a Diocese de Lichinga: o nosso muito Obrigado!
Pelo grupo Jorge Magalhães
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