Terá lugar este domingo, dia 27 de Julho pelas 10.15, na Igreja de Nossa Senhora da Paz, na Póvoa de Santa Iria, a missa de envio dos voluntários da ALVD que partem este verão em missão.
Teremos o envio do grupo Missão Angola 2014, que inclui 6 jovens das paróquias de Rio de Mouro, Queijas e Póvoa de Santa Iria, que serão acompanhados pelo seminarista Igor e 4 jovens Italianos acompanhados do Pe Daniele Gaiola, que se divirão no terreno entre as missões de Viana e Luau.
Terá lugar também o envio da voluntária Linda que irá integrar uma equipa internacional de voluntários dehonianos italianos e espanhois que irão intervir em Moçambique, na província da Zambézia.
O grupo italiano chega a Portugal esta sexta-feira, para um fim de semana de convívio antes da partida para a Missão Angola 2014 na segunda feira, dia 28, pelas 14.30h (para quem se quiser ir despedir: o grupo estará no aeroporto de Lisboa a partir das 12.00).
sexta-feira, 25 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
DIRECTAMENTE DE NAMPULA: NOTÍCIAS DA CHEGADA DO CONTENTOR DA ALVD
Vindo de Nacala, chegou hoje, dia 16 de julho, a Nampula o contentor com as 1500 caixas de livros da ALVD.
Depois do descarregamento do contentor às 8h da manhã, o camião que deveria carregar apareceu pelas 11 horas. Só depois de "patinar" frente à nossa porta quase duas horas, conseguiu posicionar-se para podermos carregar com a ajuda de algumas pessoas.
Seguiu viagem e só chegará à UCM de Lichinga 6ª feira próxima.
No entanto, as cerca de 400 caixas que ficaram em Nampula já começaram a ser entregues esta tarde às várias entidades para as quais vinham destinadas.
Abraço de Napipine para todas as pessoas que colaboram nestas campanhas no sentido de contribuir para o desenvolvimento deste povo.
Adérito Gomes Barbosa, scj
Depois do descarregamento do contentor às 8h da manhã, o camião que deveria carregar apareceu pelas 11 horas. Só depois de "patinar" frente à nossa porta quase duas horas, conseguiu posicionar-se para podermos carregar com a ajuda de algumas pessoas.
Seguiu viagem e só chegará à UCM de Lichinga 6ª feira próxima.
No entanto, as cerca de 400 caixas que ficaram em Nampula já começaram a ser entregues esta tarde às várias entidades para as quais vinham destinadas.
Abraço de Napipine para todas as pessoas que colaboram nestas campanhas no sentido de contribuir para o desenvolvimento deste povo.
Adérito Gomes Barbosa, scj
quinta-feira, 3 de julho de 2014
ENCONTRO FORMAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS 28 Junho
Seminário Nª Sª de Fátima - Alfragide
28 de junho de 2014
O grupo de voluntários que irá partir para Angola e Moçambique, durante o mês de agosto participou no encontro de formação em que também estiveran presentes algumas voluntárias que integram o grupo da ALVD em Lisboa, assim como outros voluntários que se preparam para futuras intervenções em paises de missão.
Depois de um momento de oração iniciámos os trabalhos com a leitura da mensagem que nos foi enviada pelo presidente da ALVD Padre Adérito Barbosa..
Durante a intervenção da Joana Padinha sobre a cultura africana e, de forma particular, sobre a Ética Bantu e Povo Lomwue, estabeleceu-se o diálogo entre todos os presentes, tornando esta comunicação muito participada.
A Milú alertou o grupo para alguns pontos mais práticos a ter em conta na nossa forma de estar junto daqueles que nos vão acolher e connosco também partilhar a sua cultura.
O grupo que parte para Angola reuniu com o Igor para acertarem alguns aspetos dos projetos que prepararam para o Luau e Luanda.
Os restantes elementos estiveram na sala dos livros para prepararem o envio de um próximo contentor...
O almoço partilhado foi um momento de convívio entre todos os presentes e tivemos também uma passagem rápida do Padre Manuel Barbosa.
Foi dada informação sobre a Missa de Envio que será no dia 27 do próximo mês de julho, na paróquia de Póvoa de Santa Iria, já com a presença do grupo italiano que partirá também para Angola e que a Portugal no dia 26.
Da parte da tarde a Celina orientou uma dinâmica de grupo cuja finalidade é contribuir para um maior conhecimento entre todos nós.
Como o grupo de Angola retomou os seus trabalhos da manhã os outros voluntários antes de se separarem tomaram juntos um café e conversaram durante algum tempo, sempre com o objetivo de criar, entre todos, uma sã relação.
Mª Helena
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Flashes de Nampula
Sai ehali? (Como estão)
Expressões da Família Dehoniana em Nampula
Novo pároco
O P. Carlos Lobo, antigo superior provincial dos scj de Moçambique, foi nomeado pároco da paróquia de S. Pedro do Bairro de Napipine.
Além da Igreja de S. Pedro, tem a Igreja de Murrapaniwa, a capela de S. Paulo, a capela de Nairuku e a capela de Nahene.
Assim no segundo domingo de junho, tomou posse como mandam os cânones e, após a missa, houve convívio com a participação dos vários grupos paroquiais.
Candidatas à Companhia Missionária
No dia 14 de junho, após o retiro de um dia em Rex, orientado pelo autor desta escrita, das dez jovens presentes, três começaram o seu compromisso na Companhia Missionária do Coração de Jesus.
Primeiras comunhões…
No dia 22 de junho, foi dia de comunhões nos vários centros da paróquia de Napipine.
O jovem P. Tadeu ficou aqui na Igreja central. O P. Carlos Lobo presidiu em Murrapaniwa, um centro já com muita organização. E até tem eletricidade.
Já os outros dois foram assim distribuídos: O P. Elia Ciscato levou um pequeno carro que tem quatro rodas e volante. Aguentou passar no que ele chama estrada e eu o leito de um rio seco cheio de buracos e lixo.
Deixou-me em Nahene e ele continuou para a capela de S. Paulo.
Fiquei ali sozinho às 7.15h da manhã. O ancião da comunidade ainda não tinha chegado. Às 7.30 chega disparado, dizendo que eu que tinha de confessar a população antes da missa. Eu como já aprendi uns argumentos destes lados, respondi-lhe que iria confessar apenas as crianças que iriam fazer a primeira comunhão na missa das 8h e que as outras pessoas ficariam para outra ocasião.
Depois do rito referido, lá presidi à missa das 14 crianças em Nahene (terra de gazela). Para dizer a verdade, foi a primeira vez que presidi a uma primeira comunhão (nunca fui pároco).
Depois dos cantos, das danças e da eucaristia, viemos todos para a rua tirar fotografias como verão.
Aproveitei para conversar enquanto não chegava o P. Elias da capela perto da estrada que vai a Cuamba.
Fiquei de boca aberta quando as pessoas me disseram que toda aquela região não tem eletricidade. Usam um candeeiro e já não é mau.
Capelas, escolas, casas… não têm eletricidade…
Depois de ouvir, lá voltei para casa com uma galinha que me ofereceram por ter presidido à primeira comunhão. Grande novidade: voltou a água que tinha fugido há dois dias.
Grande abraço de Nampula
Mpaka nihiku nikina (até à próxima).
Adérito Barbosa scj
Expressões da Família Dehoniana em Nampula
Novo pároco
O P. Carlos Lobo, antigo superior provincial dos scj de Moçambique, foi nomeado pároco da paróquia de S. Pedro do Bairro de Napipine.
Além da Igreja de S. Pedro, tem a Igreja de Murrapaniwa, a capela de S. Paulo, a capela de Nairuku e a capela de Nahene.
Assim no segundo domingo de junho, tomou posse como mandam os cânones e, após a missa, houve convívio com a participação dos vários grupos paroquiais.
Candidatas à Companhia Missionária
No dia 14 de junho, após o retiro de um dia em Rex, orientado pelo autor desta escrita, das dez jovens presentes, três começaram o seu compromisso na Companhia Missionária do Coração de Jesus.
Primeiras comunhões…
No dia 22 de junho, foi dia de comunhões nos vários centros da paróquia de Napipine.
O jovem P. Tadeu ficou aqui na Igreja central. O P. Carlos Lobo presidiu em Murrapaniwa, um centro já com muita organização. E até tem eletricidade.
Já os outros dois foram assim distribuídos: O P. Elia Ciscato levou um pequeno carro que tem quatro rodas e volante. Aguentou passar no que ele chama estrada e eu o leito de um rio seco cheio de buracos e lixo.
Deixou-me em Nahene e ele continuou para a capela de S. Paulo.
Fiquei ali sozinho às 7.15h da manhã. O ancião da comunidade ainda não tinha chegado. Às 7.30 chega disparado, dizendo que eu que tinha de confessar a população antes da missa. Eu como já aprendi uns argumentos destes lados, respondi-lhe que iria confessar apenas as crianças que iriam fazer a primeira comunhão na missa das 8h e que as outras pessoas ficariam para outra ocasião.
Depois do rito referido, lá presidi à missa das 14 crianças em Nahene (terra de gazela). Para dizer a verdade, foi a primeira vez que presidi a uma primeira comunhão (nunca fui pároco).
Depois dos cantos, das danças e da eucaristia, viemos todos para a rua tirar fotografias como verão.
Aproveitei para conversar enquanto não chegava o P. Elias da capela perto da estrada que vai a Cuamba.
Fiquei de boca aberta quando as pessoas me disseram que toda aquela região não tem eletricidade. Usam um candeeiro e já não é mau.
Capelas, escolas, casas… não têm eletricidade…
Depois de ouvir, lá voltei para casa com uma galinha que me ofereceram por ter presidido à primeira comunhão. Grande novidade: voltou a água que tinha fugido há dois dias.
Grande abraço de Nampula
Mpaka nihiku nikina (até à próxima).
Adérito Barbosa scj
sábado, 21 de junho de 2014
À procura do contentor…
Num dia de semana, com ajuda do antigo provincial de Moçambique, fomos já tratar da chegada do contentor a Nacala.
Para começar a desbloquear, foram cem dólares…
E ele só chega a 14 de julho…
Assim, resolvemos ir ver o oceano Índico…

Foram literalmente 5 minutos…
Mas mais vale cinco minutos no Índico do que um mês no Atlântico…
Encontramos uma criança que se chama Meque…
O Meque já tinha concluído a escola…
Ao fim e ao cabo, acabou por dizer que já sabia escrever o nome…
Quando formos levantar o contentor…
Terá acrescentado algo ao seu conhecimento…
Adérito
Para começar a desbloquear, foram cem dólares…
E ele só chega a 14 de julho…
Assim, resolvemos ir ver o oceano Índico…

Foram literalmente 5 minutos…
Mas mais vale cinco minutos no Índico do que um mês no Atlântico…
Encontramos uma criança que se chama Meque…
O Meque já tinha concluído a escola…
Ao fim e ao cabo, acabou por dizer que já sabia escrever o nome…
Quando formos levantar o contentor…
Terá acrescentado algo ao seu conhecimento…
Adérito
terça-feira, 17 de junho de 2014
NOTÍCIAS DE NAMPULA
Caríssimos confrades e amigos
Saudações de Nampula
Depois de grandes azáfamas e correrias por causa da bagagem (os livros são mesmo pesados) e da regularização de alguns documentos (em andamento), cá me encontro de prego a fundo, como irão perceber nesta mensagem.
Tenho recebido mensagens de todo o lado a dizer, porque eu não me despedi das pessoas.
Antes de mais, peço desculpa a todas e a todos, porque eu não sei gerir despedidas. Parto e pronto, já parti. Quero ir para os aeroportos, estações de comboio cedo e fico à espera sozinho, a ler algum livro. Sempre foi assim…
Para deixar os trabalhos que tinha em mãos organizados e encaminhados, andei a mil à hora, descansei pouco e não liguei muito às pessoas…
Por fim, costumo dizer que nem da minha irmã me despedi, vejam lá… Não acreditam? Telefonem-lhe.
Até à última da hora, não acreditava que vinha. Só acreditei mesmo quando aterrei em Maputo e pisei esta terra fascinante e vermelha, que me faz lembrar os voluntários que cada ano vêm cá colher um pouco de experiência deste povo com tradições que davam para escrever uma biblioteca.
Aqueles que me conhecem sabem que a minha paixão foi sempre trabalhar na investigação na teologia pastoral ou em ciências da educação.
Para que não restem dúvidas, se é que as há, após um convite irrecusável da FEC (Faculdade de Educação e Comunicação) de Nampula para ser o coach no Centro de Investigação, conversei e durante um ano amadureci a ideia com as autoridades provinciais (Portugal, Moçambique) e a Universidade.
Tendo o avale positivo, após a ponderação, cá estou eu em Nampula na comunidade de Napipine com o P. Elia Ciscato (o sábio da cultura macua, cujas palavras não ouço, mas bebo-as), que é como um pai para mim. O jovem sacerdote P. Tadeu e o P. Carlos Lobo que acaba de chegar para coordenar a paróquia completam esta comunidade.
A nossa presença em Napipine, para já, circunscreve-se à paróquia que é enorme e tem mais cinco centros de culto a alguns kilómetros daqui.
É evidente que as necessidades são enormes e a seu tempo irei pedir a vossa colaboração.
A minha vida começa às 6horas da manhã com adoração e termina com as Laudes às 6.40h. Às 6.45h tenho que ir a pé cinco minutos para apanhar uma boleia que me leva até à universidade, onde entro às 7.00 da manhã. Às 12 horas com boleia regresso a casa para almoçar e pelas 13.45h volto à universidade, para das 14h às 17h estar ao serviço da investigação.
A eucaristia às 18.15h e as vésperas às 19.15 antecedem o jantar às 19.30h. Após dois dedos de conversa, retiro-me, porque, no dia seguinte, o horário é o mesmo.
É evidente que só esperava que chegasse a sábado para parar e dormir o que não dormi durante a semana.
Este sábado ainda descansei, mas no próximo já tenho atividades durante todo o dia.
A vida aqui tem outro ritmo e as coisas não são vertiginosamente perfeitas. Vão-se aperfeiçoando. Uma chave que hoje abre uma porta, amanhã fica encravada.
Estamos a dormir e cai uma perna da cama. No dia seguinte, arranja-se e a vida continua.
Aqui vive-se a vida.
Há uma vontade enorme de crescer e desenvolver-se.
A expressão de maior promoção cultural é “estou na faculdade”. Mas é que estão mesmo. Quer-se o curso. Estuda-se. Há uma vontade grande, talvez maior que noutros países com as mesmas condições.
Histórias? Sim. Tenho mesmo muitas situações que dariam umas centenas de páginas… mas a organização do trabalho em que estou empenhado impede-me de ter tempo mental para escrever.
Desejo a todos vós continuidade de bom ano e férias para quem puder.
Aqui estamos a acabar o primeiro semestre.
Depois? Logo se verá.
Grande abraço para toda a gente.
Nampula, 14 de junho de 2014
Adérito Gomes Barbosa, scj
Saudações de Nampula
Depois de grandes azáfamas e correrias por causa da bagagem (os livros são mesmo pesados) e da regularização de alguns documentos (em andamento), cá me encontro de prego a fundo, como irão perceber nesta mensagem.
Tenho recebido mensagens de todo o lado a dizer, porque eu não me despedi das pessoas.
Antes de mais, peço desculpa a todas e a todos, porque eu não sei gerir despedidas. Parto e pronto, já parti. Quero ir para os aeroportos, estações de comboio cedo e fico à espera sozinho, a ler algum livro. Sempre foi assim…
Para deixar os trabalhos que tinha em mãos organizados e encaminhados, andei a mil à hora, descansei pouco e não liguei muito às pessoas…
Por fim, costumo dizer que nem da minha irmã me despedi, vejam lá… Não acreditam? Telefonem-lhe.
Até à última da hora, não acreditava que vinha. Só acreditei mesmo quando aterrei em Maputo e pisei esta terra fascinante e vermelha, que me faz lembrar os voluntários que cada ano vêm cá colher um pouco de experiência deste povo com tradições que davam para escrever uma biblioteca.
Aqueles que me conhecem sabem que a minha paixão foi sempre trabalhar na investigação na teologia pastoral ou em ciências da educação.
Para que não restem dúvidas, se é que as há, após um convite irrecusável da FEC (Faculdade de Educação e Comunicação) de Nampula para ser o coach no Centro de Investigação, conversei e durante um ano amadureci a ideia com as autoridades provinciais (Portugal, Moçambique) e a Universidade.
Tendo o avale positivo, após a ponderação, cá estou eu em Nampula na comunidade de Napipine com o P. Elia Ciscato (o sábio da cultura macua, cujas palavras não ouço, mas bebo-as), que é como um pai para mim. O jovem sacerdote P. Tadeu e o P. Carlos Lobo que acaba de chegar para coordenar a paróquia completam esta comunidade.
A nossa presença em Napipine, para já, circunscreve-se à paróquia que é enorme e tem mais cinco centros de culto a alguns kilómetros daqui.
É evidente que as necessidades são enormes e a seu tempo irei pedir a vossa colaboração.
A minha vida começa às 6horas da manhã com adoração e termina com as Laudes às 6.40h. Às 6.45h tenho que ir a pé cinco minutos para apanhar uma boleia que me leva até à universidade, onde entro às 7.00 da manhã. Às 12 horas com boleia regresso a casa para almoçar e pelas 13.45h volto à universidade, para das 14h às 17h estar ao serviço da investigação.
A eucaristia às 18.15h e as vésperas às 19.15 antecedem o jantar às 19.30h. Após dois dedos de conversa, retiro-me, porque, no dia seguinte, o horário é o mesmo.
É evidente que só esperava que chegasse a sábado para parar e dormir o que não dormi durante a semana.
Este sábado ainda descansei, mas no próximo já tenho atividades durante todo o dia.
A vida aqui tem outro ritmo e as coisas não são vertiginosamente perfeitas. Vão-se aperfeiçoando. Uma chave que hoje abre uma porta, amanhã fica encravada.
Estamos a dormir e cai uma perna da cama. No dia seguinte, arranja-se e a vida continua.
Aqui vive-se a vida.
Há uma vontade enorme de crescer e desenvolver-se.
A expressão de maior promoção cultural é “estou na faculdade”. Mas é que estão mesmo. Quer-se o curso. Estuda-se. Há uma vontade grande, talvez maior que noutros países com as mesmas condições.
Histórias? Sim. Tenho mesmo muitas situações que dariam umas centenas de páginas… mas a organização do trabalho em que estou empenhado impede-me de ter tempo mental para escrever.
Desejo a todos vós continuidade de bom ano e férias para quem puder.
Aqui estamos a acabar o primeiro semestre.
Depois? Logo se verá.
Grande abraço para toda a gente.
Nampula, 14 de junho de 2014
Adérito Gomes Barbosa, scj
quinta-feira, 5 de junho de 2014
REUNIÃO ANUAL DA DIRECÇÃO E ASSEMBLEIA GERAL
Tiveram lugar no sábado, dia 24 de Maio, a reunião anual da direção da ALVD e a Assembleia Geral.
Debateram-se os projetos e atividades em curso, aprovação de contas e submeteu-se à aprovação os novos corpos sociais.
Debateram-se os projetos e atividades em curso, aprovação de contas e submeteu-se à aprovação os novos corpos sociais.
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