terça-feira, 12 de julho de 2011

Margarida Seixas em Lichinga

Uma das coisas, se é que é possível seleccionar... que me marcou muito foi a Eucaristia. Deus deve ficar maravilhado com a forma como eles as vivem, com a forma como mostram a gratidão.

TUDO isto é muito intenso e rápido. Temos de captar tudo senão perdemos muito.

O pôr do sol, completamente indiscritível mas incrivelmente rápido. Tive o prazer de o contemplar melhor no mosteiro, naquele Orfanato de Lichinga, mesmo junto àquela bela capela das Irmãs...

Disse ao grupo que deixem de lado as expectativas. É necessário vir de coração aberto para ter espaço para tanta maravilha natual e humana. Ao contemplar a forma como vivem eu penso: afinal é preciso tão pouco para ser feliz...ou melhor é mais fácil ser feliz com memos coisas.
Aqui o convite à interioridade é maior.  Mais facilmente chegamos aos nossos cantinhos interiores, tantas vezes aí esquecidos, com o reboliço do dia a dia. Mas por irmos mais fundo em nós, também temos de ter mais coragem, menos julgamento, menos medo, apenas e simplesmente aceitarmo-nos tal  somos e com muito amor transformar o que é possível.

Por hoje nada mais. O testamento já vai longo!

Da voluntária ALVD  Margarida Seixas

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